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10 de dezembro de 2013

11 coisas que você não sabia sobre o Natal

                               


                        



Fim do ano se aproximando e a data natalícia que tantos gostam, principalmente os católicos, também está chegando. Mas você sabe tudo sobre o Natal? Como ele surgiu? Qual o real significado de um dos feriados mais populares do mundo? Fique atento e confira 10 curiosidades que você não sabia sobre o Natal:

11. DEMÔNIO




O Krampus é um ser mitológico popular no folclore Alpino. Ele acompanha São Nicolau em suas visitas às casas das pessoas, e, enquanto Nicolau dá presentes às boas crianças, Krampus pune as más.




10. SAVE THE DATE

Não existem registros bíblicos sobre o exato dia em que Jesus veio ao mundo. Na realidade, o dia 25 foi escolhido para celebrar o nascimento de Jesus somente no século 4, quando, por intermédio do Papa Júlio I, a Igreja Católica reconheceu o nascimento de Jesus como um feriado oficial. No entanto, a data já tinha conotação pagã, nesse dia comemorava-se o “Natalis Solis Invicti” (Nascimento do Sol Invencível). A Igreja aproveitou-se dos festejos pagãos dando-lhe significado cristão, afinal, se “Jesus é a luz do mundo”, nada mais adequado do que nascer no dia do sol invencível, que acontece na Europa no final de dezembro, não exatamente no dia 25, mas entre 22 e 25 do mesmo mês. O Natal seria, portanto, relacionado à tradições pagãs do solstício de inverno, o dia mais curto do ano.

9. ÁRVORE DE NATAL

O pinheiro natalino não possui nada de cristão, acredite, ele também é de origem pagã. Os povos germânicos cultuavam o carvalho sagrado do Deus Odin, o Deus menino. Considerado o demônio do mundo, o Deus Odin, era representado pelos carvalhos e a seus pés eram colocados presentes, para que as crianças pegassem, muito parecido com o que acontece hoje em dia, não acham? A tradição natalina de enfeitar o pinheiro durante o Natal também relaciona-se à Cristo, devido a sua perenidade. O pinheiro é uma árvore de grande resistência, em nenhuma das estações do ano suas folhas caem ou mudam de cor, mantendo-se verde e exuberante por todo o ano, assim como Jesus e sua vida plena e permanente no coração dos cristãos.


8. PAPAI NOEL

O bom velhinho existiu e não era gordinho e usava roupas vermelhas, como ficou eternizado pela Coca-Cola. O verdadeiro Papai Noel chamava-se Nicolau Taumaturgo – um arcebispo turco. O religioso costumava ajudar pessoas pobres da cidade de Mira, colocando moedas de ouro nas chaminés de suas casas, durante a época de Natal. Mais tarde, diversos milagres foram atribuídos ao bispo Nicolau, e a Igreja o santificou, nomeando-o de São Nicolau. Sendo assim, sua imagem como símbolo natalino teve origem na Alemanha, e de lá se espalhou para mundo inteiro.


7. NATAL EM GUERRA

Já imaginou passar o Natal em pleno conflito bélico? Durante a Primeira Guerra Mundial o front Ocidental cessou os conflitos armados para entoar canções natalinas. Felizmente, todos se comoveram e iniciaram uma trégua natalina emocionante, onde os soldados saíram de suas trincheiras desejando feliz natal uns aos outros, trocando presentes e cantando músicas natalinas. A Trégua de Natal, como ficou conhecida, foi representada no cinema, confira o trailer do filme:


6. FERIADO PROIBIDO

Durante os séculos XV e XVI o Natal foi proibido pelos protestantes na Inglaterra e nos Estados Unidos. Os puritanos acreditavam que as pessoas precisavam de regras rígidas para serem religiosas, e que qualquer tipo de festa ou animação era pecado. Cientes de que a data natalícia estava ligada à antigos cultos pagãos, os protestantes criaram leis para impedir a comemoração do Natal entre os seus, uma vez que afirmavam ser um insulto a Deus honrar um dia que já foi associado com o paganismo antigo.


5. ESTÁTUA DA LIBERDADE

Você não sabia, mas a Estátua da Liberdade foi um presente natalino oferecido pela França aos Estados Unidos. Com certeza foi um dos maiores e mais pesados mimos já oferecidos, com 46,5 metros de altura e pesando 225 toneladas!


4. MÚSICA ESPACIAL

A primeira música tocada no espaço foi uma canção natalina. Em 16 de dezembro de 1965, Jingle Bells foi executada por Wally Schirra, astronauta da missão espacial Gemini 6, o primeiro a realizar um encontro espacial com outra nave.


3. DO OUTRO LADO DO MUNDO

No Oriente, a Igreja Ortodoxa comemora o Natal no dia 6 de janeiro, data em que os cristão ocidentais celebram o dia dos Três Reis Magos e as árvores de Natal são tradicionalmente desmontadas.


2. TRÊS REIS MAGOS

Falando neles, pouca gente conhece o que esses três homens representam na religião cristã. Baltazar, Gaspar e Melchior eram oriundos de diferentes regiões do mundo antigo, ao contrário do que muitos pensam, eles não viajaram juntos. Cada um dos reis representava uma nação, daí a compreensão do significado da vinda de Jesus a Terra: unir os homens. Sendo assim, cada um deles trouxe um presente ao Rei dos Judeus. Baltazar, oriundo da África, trouxe mirra para o menino, um presente ofertado aos profetas. A mirra é um arbusto originário desse país, onde é extraída uma resina para preparação de medicamentos. Gaspar, que partiu da Índia, o presenteou com incenso, uma alusão à sua divindade. Os incensos são queimados há milhões de anos para aromatizar os ambientes, espantando insetos e energias negativas, além de representar a fé, a espiritualidade. Melchior, que partiu da Europa, ofereceu ouro ao Messias, rei dos reis.


1. BANANADA

Os indianos cristãos festejam o Natal decorando árvores típicas do país, como a mangueira e a bananeira. Por isso, não se espante se ao visitar a Índia, em dezembro, topar com uma bananeira de Natal.



18 de novembro de 2013

PIRÂMIDES SUBMERSAS DO JAPÃO





Encontrada em 1995 por mergulhadores japoneses que estudavam a região do Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa, Japão, é uma descoberta surpreendente da arqueologia. Com 11 mil anos de idade, uma área com 28,88 km² que abrigava uma população de menos de 2.00 moradores, o conjunto de misteriosas ruínas contém uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.

Além disso, para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de zigurates. Não muito longe do local, outras ruínas também foram descobertas, sendo uma delas uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela ação da água, submersa cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico. São evidências da existência de outra civilização, extremamente evoluída, que ainda não temos conhecimento, mas que habitou a região antes da Idade da Pedra.

8 de novembro de 2013

O Humanoide do Atacama




Pequeno esqueleto foi encontrado na cidade fantasma de La Noria, no deserto do Atacama. Aparentemente um feto abortado, o Humanoide do Atacama começou a dar pistas de que não apenas somente isso.

Seu tamanho é pequeno: não passa de 15 cm, o que nos leva a pensar que talvez fosse algum erro genético que levasse a uma falta extrema de crescimento.

Quando comparado com um esqueleto humano, fosse de feto, fosse de um homem adulto, mostrou-se que na verdade ele era uma estranha mutação.

O animal com o DNA mais próximo do Homem é o Bonobo: 99% de igualdade nos genes, só que a partir de estudos detalhados sobre esse esqueleto, percebeu-se que ele é mais idêntico ainda à nós.



“Viveu até os 6 ou 8 anos. Obviamente, estava respirando, comendo, metabolizando”, afirma Garry Nolan, da Escola de Medicina da Universidade de Stanford (EUA).

As duas diferenças que mais chamam atenção é que o Humanoide do Atacama tem 9 pares de costela, enquanto o humanos têm 12, e sua cabeça é extremamente desproporcional.


Alguns pesquisadores sugeriram que "Ata", como é normalmente chamado o Humanoide do Atacama, pode ter sofrido um tipo grave de nanismo, porém no estudo de seu DNA não foi encontrado nenhum tipo de patologia que pudesse levar à seu estranho corpo.

O Humanoide do Atacama continua sendo pesquisado por grandes cientistas no mundo todo, mas por enquanto, não passa apenas de um dos maiores mistérios da Terra.








6 de novembro de 2013

Pirâmides na Antártida?



                        


Nos últimos dias começou a ganhar voz, com força e insistência, a notícia da suposta descoberta de pirâmides na Antártida. Apesar de a informação não ter sido confirmada ou desmentida por nenhuma fontes oficial, muitos websites têm feito eco a esta possibilidade com a divulgação de algumas imagens que apontam para a veracidade desta versão. Pelas fotos, é possível observar estruturas piramidais no continente gelado, algumas delas obtidas pelo Programa Integrado de Perfuração Oceânica (Integrated Ocean Drilling Program), um projeto internacional de exploração submarina.

Várias hipóteses foram formuladas em torno destas imagens, como a de que a Antártida pode ter oferecido um clima favorável para o desenvolvimento de uma civilização há milhares de anos e que, agora, poderíamos começar a encontrar vestígios disso. Além disso, há também a especulação de que haveria existido o contato de seus habitantes com os de outros lugares do mundo antigo, como México, Egito, Indonésia, e demais localidades onde foram, recentemente, encontradas outras construções, como na Bósnia.

Ainda falta, certamente, uma confirmação deste feito na Antártida, o que seria uma revelação sem precedentes para o estudo da história da humanidade, mesmo que a afirmação deste fato pareça algo distante. De qualquer maneira, real ou não, isso coloca à vista o que poderia ser imaginado neste momento e confirma que o continente gelado da Terra é um dos lugares mais misteriosos do nosso planeta e que gera imensa curiosidade, assim como as pirâmides, cuja construção ainda é um dos mais poderosos enigmas da história.


4 de novembro de 2013

The Last Japanese Mermaids



                            

For nearly two thousand years, Japanese women living in coastal fishing villages made a remarkable livelihood hunting the ocean for oysters and abalone, a sea snail that produces pearls. They are known as Ama, and if you’ve dipped into Messy Nessy’s archives, you will have already met the few ladies still left in Japan that still make their living (well into their 90s) by filling their lungs with air and diving for long periods of time deep into the Pacific ocean, with nothing more than a mask and flippers.

In the mid 20th century, Iwase Yoshiyuki returned to the fishing village where he grew up and photographed these women when the unusual profession was still very much alive. After graduating from law school, Yoshiyuki had been given an early Kodak camera and found himself drawn to the ancient tradition of the ama divers in his hometown. His photographs are thought to be the only comprehensive documentation of the near-extinct tradition in existence.


The young women, some just girls, who also harvested seaweed and turban shells in addition to the more prosperous pearl-bearing abalone, would dive in often freezing waters, for 2 minutes at a time and come up to breathe for just barely a few seconds. They would do this up to 60 times in a single diving session, up to three times a day. As women, they were believed to be better suited for the task because of an extra insulating layer of fat on the female body that allowed them to hold their breath longer than the men. With this advantage, they could also make more money in a single diving season than most of the men in their village would make in a year.


By now however, you might be wondering why you’re seeing so many naked ladies. The modern wetsuit did not become available until the late 1950s and the cotton costumes available were uncomfortable for the women when wet and made them feel much colder when out of the water than if they wore nothing. A naked body will soon dry through its own body heat, but wet clothing will keep the body wet, take far longer to dry and will feel very cold in the slightest wind. Most Ama took to diving in nothing more than a tiny loincloth and mask.

After the Second World War however, as tourism in Japan grew, outsiders began to comment on their nakedness and Ama divers were eventually forced to cover-up. But here, Yoshiyuki captured the last precious moments of a tradition that would soon begin to disappear, “the simple, even primitive beauty of the Ama.”






















14 de outubro de 2013

O esqueleto que encontraram na Lua




Em 1969, os EUA foram à lua. Ou pelo menos é o que dizem. Mas o interessante mesmo é que rola a história de que o módulo lunar da Apollo 11 tirou uma foto de um pequeno esqueleto que parece humano, simplesmente jogado na superfície da Lua.

O astrofísico Dr. Kang Mao-pang foi quem chocou o mundo ao revelar essa imagem em uma conferência em Beijing, no ano passado. Kang diz ter recebido essas fotos – que são tão secretas que nem os tripulantes da Apollo 11 as conheciam – de uma fonte impecavelmente confiável. E americana.

A foto do esqueleto estava, segundo ele, junto de muitos documentos secretos, todos enviados pela mesma fonte. Ele afirma que também há imagens de pegadas humanas, e que os EUA têm toda uma conspiração para esconder isso tudo.

Uma coisa bem intrigante é que, pelo visto, o esqueleto estava usando uma calça jeans no momento de sua morte. E pela posição dos ossos, ele foi parcialmente desmembrado, e teve uma morte bem violenta. Também é capaz do esqueleto ter sido simplesmente transportado para o espaço após a morte do indivíduo.

A que nos encuca é: por quê? Será mais uma dessas mentiras absurdas?


                      


23 de setembro de 2013

As 9 cidades submersas mais incríveis do mundo!


Nenhum grande cidade pode existir para sempre. Eventualmente, elas podem cair. Algumas devido à guerra, outras o desastre. Mas as mais pungentes cidades em ruínas são aquelas que foram varridas para debaixo do oceano. Aqui estão algumas das mais belas cidades submersas do mundo.
Alexandria, Egito, fundada por Alexandre, o Grande, em 331 aC

Algumas das seções mais interessantes da magnífica cidade, incluindo o Palácio de Cleópatra na Ilha de Antirhodos, ficaram submersas por maremotos e terremotos mais de 1200 anos atrás.










Heracleion (também conhecida como Thonis), no Egito, fundada no século 8 aC


Esta ruína foi descoberta em 2000 pela Equipe IEASM (Institut Européen d’Arqueologia Sous-Marine). Antes da fundação de Alexandria, era o porto mais importante do Egito. E foi afundado no século 8.














Canopus, na periferia leste de Alexandria moderna


Mencionada pela primeira vez no século 6 aC, Canopus era conhecida pelos santuários de Osíris e Serápis.








Yonaguni: Místicas estruturas de pedra na costa do Japão, descobertas por um mergulhador local, em 1986


Uma cidade de 5.000 anos de idade, afundada por um terremoto 2.000 anos atrás. Tinha uma incrível pirâmide monolítica, um castelo, cinco templos, um arco triunfal e pelo menos um grande estádio – tudo ligado por estradas e canais de água, de acordo com Masaaki Kimura, geólogo marinho da Universidade de Ryukyu, no Japão.







Port Royal, na Jamaica, fundada em 1518 e destruída por um terremoto, um tsunami e incêndios em 1692


Era um local popular para os corsários ingleses e holandeses gastarem seu tesouro no século 16, mas depois transformou-se em uma base para piratas. Um terramoto em 1692 liquidificou a areia, e muitos edifícios deslizaram na água ou simplesmente afundaram.




Cidade de Baiae (também conhecida como Campania)


Baiae foi saqueada por invasores muçulmanos no século 8, e foi totalmente abandonada por causa de uma epidemia de malária por volta de 1500. A maioria dos edifícios estão agora debaixo da água, devido à atividade vulcânica local.







Pavlopetri, Grécia




A aldeia neolítica de Atlit-Yam, ao largo da costa de Atlit, em Israel


Este sítio, que está entre 8 e 12 m abaixo do nível do mar, data de pelo menos 6900 -6300 a.C. Existem algumas casas retangulares, poços e uma pedra semicular com sete megalitos. Dez sepultamentos foram descobertos, incluindo uma mulher e uma criança que foram os primeiros casos conhecidos de MTB (tuberculose).





Shi Cheng, China


A cidade foi inundada em 1959 para criar um lago artificial para o projeto da barragem do rio Xin. 290.000 pessoas foram deslocadas. Shi Cheng foi construída durante a dinastia Han Oriental (entre o ano 25 e 200). Nos séculos 7 e 8, este lugar era um centro cultural, econômico e político, mas agora ele se encontra a 27 m abaixo da superfície.