Nesta semana, um fato positivo, foi o discurso da Presidenta Dilma na Assembleia-Geral das Nações Unidas. Com ponderação, mas apresentando firmeza, ela disse o que pensa e o que quer o País.
É raro um discurso de abertura - sempre proferido pelo Brasil - contar com uma assistência expressiva. Os membros das múltiplas delegações preferem conversar nos corredores a ouvir o mesmo de sempre.
Esta vez foi diferente. Dilma, a primeira mulher a ocupar a tribuna na abertura dos trabalhos, era esperada. Todos queriam conhecê-la e saber o que pensava a mandatária dos brasileiros.
Deu certo. A presidente colocou angustiantes problemas, que afligem a todos os habitantes do planeta, no momento vestibular da 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas.
Tratou da crise econômica e demonstrou que nações ricas não podem se isolar e imaginar que tudo resolvem a revelia das demais. Estas devem ser ouvidas e podem colaborar eficientemente.
Ingressou, em termos de política internacional, no dramático tema que aflige palestinos e sensibiliza israelenses: a criação de um Estado Palestino, assunto que preocupa a todos, inclusive expressivo número de intelectuais e pensadores do Estado de Israel.
O discurso de Dilma foi coerente com a política externa adotada pelo Brasil e expressamente definida em sua Constituição Federal, ou seja, o comando do princípio da autodeterminação dos povos.
Os muitos observadores dos atos governamentais não encontraram motivo de críticas à exposição da presidente. Raro momento de bom senso.
É raro um discurso de abertura - sempre proferido pelo Brasil - contar com uma assistência expressiva. Os membros das múltiplas delegações preferem conversar nos corredores a ouvir o mesmo de sempre.
Esta vez foi diferente. Dilma, a primeira mulher a ocupar a tribuna na abertura dos trabalhos, era esperada. Todos queriam conhecê-la e saber o que pensava a mandatária dos brasileiros.
Deu certo. A presidente colocou angustiantes problemas, que afligem a todos os habitantes do planeta, no momento vestibular da 66ª Assembleia-Geral das Nações Unidas.
Tratou da crise econômica e demonstrou que nações ricas não podem se isolar e imaginar que tudo resolvem a revelia das demais. Estas devem ser ouvidas e podem colaborar eficientemente.
Ingressou, em termos de política internacional, no dramático tema que aflige palestinos e sensibiliza israelenses: a criação de um Estado Palestino, assunto que preocupa a todos, inclusive expressivo número de intelectuais e pensadores do Estado de Israel.
O discurso de Dilma foi coerente com a política externa adotada pelo Brasil e expressamente definida em sua Constituição Federal, ou seja, o comando do princípio da autodeterminação dos povos.
Os muitos observadores dos atos governamentais não encontraram motivo de críticas à exposição da presidente. Raro momento de bom senso.
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